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Humanos são naturalmente competitivos — pinturas rupestres revelam que os jogos existem desde os primórdios da humanidade na terra. Essa necessidade constante de demonstrar superioridade perante os outros e os desafios impostos pela vida é um dos motivos que tornam a gamificação nas empresas tão bem-sucedida.

Esse método, que incorpora o conceito de jogos ao ambiente corporativo, tem impulsionado o engajamento dos participantes em diversas situações — avaliação psíquica, gerenciamento pessoal, desenvolvimento de produtos, vendas e treinamentos de colaboradores. Porém, é no gerenciamento de serviços de TI que os resultados são mais interessantes, uma vez que a compreensão da tecnologia é maior e a aceitação da estratégia também.

Os benefícios dessa prática abrangem motivação das equipes, melhoria do desempenho no ambiente de trabalho e facilidade no aprendizado de novas habilidades e o motivo dessa efetividade é o nível de esclarecimento, a busca constante de experiências mais complexas e completas do profissional 4.0. e os avanços tecnológicos que conduzem esse movimento.

Veja neste artigo, como implementar a gamificação nas empresas para tornar as oportunidades mais humanas em vez de apenas qualificar processos com números, otimizar resultados e desenvolver métodos inovadores para manter as equipes de trabalho sempre motivadas.

O que é gamificação?

Gamificação é o método que uso os preceitos lúdicos, psíquicos e competitivos dos jogos para estimular a execução de tarefas, engajar equipes, resolver problemas, incentivar a colaboração e aprender.

O Waze — aplicativo que orienta, em tempo real, os motoristas e outros agentes no trânsito por meio de geolocalização, exibe ocorrências e bonifica os usuários pelo registro no sistema de fatos observados durante o percurso, em viagens ou a ida ao trabalho, por exemplo, fato que estimula a colaboração e o aprimoramento da precisão e da qualidade da informação disponibilizada aos demais motoristas.

Muitas marcas, como a Red Bull, também usam a gamificação em campanhas para impulsionar suas vendas, por meio de sorteios de brindes e outros itens como prêmio para os clientes que postam fotos durante o consumo de seus produtos em redes sociais.

A estratégia pode fazer parte da governança de TI e ajuda as empresas a estabelecer uma disputa saudável no ambiente organizacional, assim como a produtividade e o conhecimento. Além disso, determina metas mais claras e objetivas de trabalho, o que possibilita mensurar os resultados alcançados e os recursos necessários para que o usuário concretize seus projetos.

No livro Gamification by Design, de Gabe Zichermann, a estratégia de gamificação é formada por:

  • 75% de psicologia;
  • 25% de tecnologia.

Logo, é um método que estrutura dados e usa outros recursos de tecnologia para estimular a participação dos jogadores por meio da psicologia.

Como acontece a sensação de recompensa no corpo durante a gamificação?

Quando o participante executa uma ação, recebe uma recompensa, o que libera dopamina no cérebro, neurotransmissor responsável por desencadear alguns efeitos bem interessantes no corpo:

  • mantém o foco do usuário nas tarefas;
  • ajuda a estar mais atento aos detalhes de atividades específicas;
  • melhora o tempo de resposta do cérebro aos nervos ópticos;
  • regula a percepção do prazer;
  • impulsiona a busca por repetições de ações benéficas ao organismo;
  • ajuda a identificar o fluxo de informações recebidas de outras áreas do cérebro;
  • aumenta o instinto de vigília;
  • melhora fatores motivacionais;
  • combate a anedonia;
  • estimula a criatividade;
  • aumenta a extroversão;
  • impulsiona interações sociais.

Dessa forma, ao adotar a gamificação, a empresa cria oportunidades para os colaboradores aumentarem a capacidade de trabalho, porque eles se sentem motivados a recorrerem à mesma ação em busca da recompensa — processo similar ao do vício.

Em quais setores da empresa a gamificação pode ser utilizada?

O sistema de recompensa instiga a participação e a colaboração das pessoas, dessa forma, a gamificação pode ser aplicada em todos os setores da empresa em que as relações interpessoais são importantes para o desempenho da equipe. Na implementação de metas coletivas, por exemplo, a estratégia pode agilizar a conquista dos resultados almejados.

A metodologia também é muito eficiente para estreitar as relações dos clientes com a marca. A empresa pode estruturar um programa de pontuação e relacionar o nível de fidelidade — volume e frequência de consumo de produtos ou serviços — à importância da premiação, descontos ou exclusividade em promoções, por exemplo.

O mesmo processo vale para treinamento e aprendizado de equipes, em que as habilidades cognitivas, de relacionamento, técnicas e de resolução de conflitos são testadas para alocar os profissionais certos nas suas devidas funções, garantir preparo para o cargo exercido na empresa e evitar nomeações que não condizem com a capacitação ou motivação profissional, o que combate problemas como alta rotatividade e baixa produtividade de funcionários.

A coleta de informações de clientes também é outra forma de estruturar a gamificação, já que a empresa pode disponibilizar em seus pontos de venda, site institucional ou mídias sociais, jogos que premiam visitantes pelo preenchimento completo de um formulário de contato ou que visa criar um perfil com os principais hábitos dos usuários da marca.

Essas informações são imprescindíveis para criar estratégias de melhoria de processos, métodos de atendimento e estabelecer uma relação mais profunda com os colaboradores e consumidores da empresa que, posteriormente, culmine em fidelização.

Como funciona a gamificação no setor de TI?

Na TI, a gamificação pode ser essencial para a promoção de estratégias de segurança cibernética. Jogos podem oferecer um método muito eficaz para combater a inexperiência dos colaboradores com workflows de segurança.

A PwC — consultoria de negócios e assessoria em transações, por exemplo, criou uma solução chamada Game of Threats, que educa seus profissionais quanto aos métodos mais seguros de trabalho, apresenta situações da vida real nas quais eles precisam tomar decisões relacionadas à segurança e orientam quanto a melhor forma de lidar com crises.

Outro exemplo semelhante foi colocado em prática pela empresa de segurança Digital Guardian, que inseriu a mecânica dos jogos para instruir sua equipe quanto as medidas de segurança cibernética — os colaboradores são o elo mais fraco da gestão de segurança organizacional e o treinamento das equipes é parte essencial da estratégia de mitigação de riscos.

Hacktons também são eventos baseados em gamificação que incentivam a participação e a colaboração de profissionais da área de TI na criação de métodos de segurança mais eficientes, produtos mais atraentes e tecnologias promissoras para a adequação da organização ao contexto da transformação digital.

Outra aplicação da gamificação nas empresas, voltada para o ambiente de TI, está no desenvolvimento de softwares, principalmente no que diz respeito a motivações e boas práticas para desenvolvedores. Um problema comum na arquitetura de software é a dificuldade dos profissionais de criarem um senso de propósito quanto a sua própria atuação.

A gamificação pode motivá-los a adotar o mindset ágil — modelo de trabalho baseado no desenvolvimento iterativo e incremental, em que requisitos e soluções evoluem com o tempo conforme a demanda, para que o projeto de software seja entregue com a qualidade máxima, de acordo com a expectativa do requisitante e com metas da gestão de custos de TI.

Muitos desenvolvedores ainda preferem o modelo tradicional de desenvolvimento de software, estruturado em cascata, e essa mudança de paradigma pode ter altas taxas de adesão com a gamificação. O modelo de trabalho baseado em jogos pode afetar diretamente o código do software, pois seu mecanismo promove melhores práticas e pode levar à criação de um código mais simples e eficaz.

Por que utilizar a gamificação nas empresas?

A gamificação aumenta o nível de interação dos participantes com a empresa. Esse aumento do engajamento preconiza a produtividade, associada:

  • ao fator motivacional da premiação;
  • à reação corporal pela liberação da dopamina;
  • à nossa tendência natural de competitividade.

Os colaboradores se sentiram mais motivados e reafirmaram seu propósito de trabalho a partir da aplicação de atividades com jogos na empresa onde trabalham. Cria-se então, um mecanismo mais eficaz e colaborativo, que favorece o desenvolvimento de novas habilidades, estimula o interesse em buscar novas aptidões, o compartilhamento de experiências e o aprendizado em outras áreas do conhecimento.

Destacamos a seguir algumas estatísticas que atestam a efetividade desse método:

  • 85% dos funcionários dizem que usam softwares com gamificação por mais tempo e 97% dos integrantes de equipe com mais de 45 anos afirmam que atividades com gamificação melhoram a qualidade do seu trabalho;
  • 50% das startups incorporam atividades gamificadas em sua estratégia;
  • apenas 28% das pessoas sentem-se motivadas em atividades sem gamificação;
  • Usar gamificação aumenta a motivação no trabalho em 48%;
  • 69% dos profissionais tendem a permanecer três anos a mais em empresas que usam gamificação em suas atividades;
  • estratégias de gamificação ajudam a aumentar a interação dos clientes com uma marca em mais de 40%;
  • 60% dos colaboradores das empresas afirmam que treinamentos com gamificação fixam melhor o aprendizado e aumentam a produtividade da equipe;
  • 95% dos profissionais aproveitam melhor o conteúdo quando são usados elementos de gamificação;
  • 78% dos participantes de processos seletivos afirmam que o recrutamento gamificado aumenta seu interesse de trabalhar na empresa;
  • 87% dos funcionários afirmam que se sentem mais conectados socialmente quando há atividades de gamificação no local de trabalho;
  • 62% das pessoas afirmam que se sentiriam mais motivadas se tivessem a chance de competir com seus pares;
  • 26% dos participantes preferem atividades gamificadas que incluem feedback em tempo real sobre o seu desempenho.

Quais as vantagens da gamificação nas empresas?

Veja como as empresas se beneficiam com a adesão dessa estratégia em eventos, processos e métodos de treinamento e gestão.

Estimula uma competição saudável

Essa característica da natureza humana, baseada na autossuperação, motiva a participação dos usuários na dinâmica assim como a sua manutenção dentro da estratégia. O processo de recompensa que desencadeia efeitos no organismo similares ao do vício, torna a cíclica a demanda por novos desafios.

Dessa forma, pode ocorrer uma competição saudável entre os envolvidos, que estimula ainda mais o desempenho das equipes no trabalho e facilita o alcance do objetivo delimitado.

Promove um ensinamento prático

Cursos e treinamentos que se baseiam em gamificação podem ser mais eficientes que os tradicionais, afinal, disponibilizam informações e possibilitam a realização de testes de forma lúdica, o que aumenta a confiança e diminui a resistência ao processo pelos usuários.

Além disso, integra pessoas no ambiente virtual, ou seja, sem precisar reuni-las fisicamente, o que facilita o gerenciamento de equipes externas e de trabalho remoto, por exemplo.

Funciona como fator motivacional

A motivação pode ser potencializada com a gamificação porque o método aumenta a autoestima dos profissionais, estimula o sentimento de pertencimento e de conquista e facilita o processo de aprendizagem e na conquista de confiança.

Quando as pessoas atingem determinado objetivo, a sensação estimula a busca de novas competições para que os limites sejam superados constantemente. Essa busca vai agregar valor ao negócio porque converge mais pessoas para uma mesma causa.

Permite acompanhar o desempenho das equipes

Jogos e dinâmicas são formas práticas de receber, em tempo real, feedbacks associados às ações e decisões tomadas. Assim, por meio da gamificação todos os participantes verificam as habilidades que permitiram evoluções e conquistas e observam fatores que exigem melhorias.

Alguns programas de aprendizagem baseados em gamificação incorporam KPIs (Key Performance Indicator, ou indicadores de desempenho) para avaliação de desempenho, com o objetivo de mensurar os resultados e recompensar os colaboradores pelo resultado compatível com as metas de produtividade estabelecidas.

Como implementar uma estratégia de gamificação?

A gamificação pode ser facilmente implementada nas empresas, basta seguir as dicas abaixo.

Avalie em quais áreas ou aspectos da empresa a estratégia pode gerar melhores resultados

Para implementar a gamificação é necessário escolher áreas que demandam mais atenção e que podem ter um resultado mais efetivo com a estratégia. O interessante é escolher a aplicação conforme o objetivo estabelecido, mas separar os setores para colocá-la em prática: setor de marketing, de TI, de vendas, entre outros, que têm processos com muitas especificidades que devem ser pensadas para personalizar o jogo.

Delimite os objetivos a serem atingidos

Defina os objetivos da gamificação — incentivar a colaboração? Aumentar a competitividade? Qualificar melhor os profissionais? Motivar os colaboradores no trabalho?

Para definir metas e objetivos viáveis, utilize o Método SMART (Specific, Measurable, Achievable, Realistic e Time-based), ou seja, o resultado que se espera com a gamificação deve ser específico, mensurável, realista e realizável em tempo hábil.

Evite determinar objetivos genéricos: “qualificar melhor os profissionais” pode ser melhor compreendido se for “promover o job rotation pelo menos uma vez por mês para compartilhar informações das funções que compõem o escopo da empresa” ou “disponibilizar 5 colaboradores por semana para realizarem um treinamento com gamification”.

Além disso, o projeto deve estar alinhado aos valores da empresa para aumentar a familiaridade do processo e, assim, motivar a participação de todos.

Defina a forma e o método

O jogo será disponibilizado em um site? Precisa ser enviado no grupo de comunicação da empresa? Serão selecionados grupos específicos? Quanto tempo deve levar para finalizar o processo? O jogo será formado por perguntas e respostas? Qual história contar por meio do jogo? Qual será o template/layout? Como o conteúdo será apresentado?

A forma e o método do jogo pode ser criado a partir de técnicas do Design Thinking — método iterativo e participativo que aplica o pensamento crítico na abordagem de problemas e discussão de ideias. Ao pensar nos requisitos, a próxima fase consiste em desenhar o projeto com resultados tecnicamente possíveis:

  • imersão: elabore cartões de insights, adquiridos por meio de entrevistas, reuniões, aprendizado por observação e pesquisas;
  • síntese: organize os dados obtidos para facilitar a compreensão do projeto em organogramas, gráficos e mapas conceituais;
  • ideação: aceite novas perspectivas para enriquecer a discussão e o conteúdo proposto.

Escolha os participantes

Também é preciso entender anseios, motivações, desejos, expectativas e comportamentos dos jogadores e como seus esforços podem ser empregados para sanar o problema identificado. Isso facilita o alinhamento de ideias e o desenvolvimento de estratégias mais específicas, conforme as experiências que se deseja proporcionar.

Estabeleça a forma de premiação

Com os objetivos e participantes bem definidos, estabeleça regras, sem esquecer da experiência dos agentes envolvidos, e a forma de recompensa pelos objetivos atingidos — pontos no quadro de avaliação de desempenho, descontos em produtos ou serviços da empresa, folgas, prêmios, brindes, entre outras formas de bonificação.

Teste a viabilidade do jogo

Nesta fase, a mecânica do jogo já foi desenhada, mas é preciso que alguns usuários testem sua viabilidade para embasar seu aperfeiçoamento. Há diferentes requisitos que precisam ser avaliados, por exemplo:

  • nível de usabilidade;
  • proximidade do projeto com interações reais;
  • contextualidade em relação ao público atingido;
  • tempo da aplicação.

Aplique o método e observe os resultados. Estabeleça métricas para uma avaliação posterior, em um processo cíclico que averigue a possibilidade de reformulação após novos testes.

Como medir o sucesso da Gamificação?

O desempenho que não pode ser mensurado não pode ser melhorado. Por isso, esse é um fator muito importante para afirmar a efetividade da gamificação nas empresas. Escolha métricas (KPIs — Key Performance Indicators) que poderão analisar os resultados após a implementação do jogo, identificar falhas ou a necessidade de melhorias:

  • tempo de carregamento da aplicação: usuários exigem velocidade, logo, a experiência deve ser otimizada desde o comando inicial e incluir a transição de uma página para outra;
  • nível de engajamento do usuário — se permite ativar notificações push, por exemplo.

Independentemente de seus objetivos de negócios, é importante criar uma distinção entre KPIs de processo e KPIs de desempenho. Um KPI de processo é o comportamento objetivado com a estratégia, seja de melhoria ou mudança.

Por exemplo, se o objetivo é aumentar a qualidade dos dados inseridos no CRM(Customer Relationship Management) pela equipe de relacionamento com o cliente e o resultado é o incremento no volume de vendas, o KPI de processo impactou o KPI de desempenho.

Quais os maiores desafios para implementar essa estratégia?

O engajamento dos participantes é uma grande desafio, pois, inclui uma mudança na cultura da organização, muitas vezes voltada para a valorização quantitativa, e não qualitativa dos profissionais.

Outro ponto sensível na estratégia é o julgamento das respostas dos participantes. Os responsáveis pelo jogo precisam evitar questionamentos relacionados aos resultados e a postura dos envolvidos mas também devem entender cada resposta para propor melhorias.

O envolvimento dos participantes é essencial, entretanto, o jogo não pode se tornar uma ferramenta de entretenimento, pois poderia acarretar distrações que interfiram na produtividade da equipe.

Logo, compreender a gamificação não é suficiente. É preciso criar um programa intuitivo, amigável, chamativo e que evite distrações. Deve contemplar também uma premiação para os mais engajados, que aumente progressivamente conforme o desempenho do usuário.

Quando a gamificação falha?

Embora a gamificação seja uma ferramenta poderosa para aumentar o engajamento, reduzir a rotatividade de clientes e colaboradores e aumentar a fidelização com a marca, nem todos os programas são criados da mesma forma e bem-sucedidos. A estratégia falha quando:

  • faltam objetivos e KPIs claros para monitorar os resultados, ou seja, os programas começam com a ideia vaga do que pretendem alcançar;
  • não é direcionado a um público-alvo;
  • motiva comportamentos errados: mesmo com um projeto direcionado, os usuários não executam ações compatíveis com a estratégia;
  • falta de engajamento: muitos programas de gamificação tem os objetivos estabelecidos atendidos, mas não mantêm os usuários envolvidos com o sistema, o que sinaliza uma falha no design do programa;
  • a experiência não é qualificada: recompensas de valor (desconto, bonificação etc.) Devem ser combinadas com recompensas emocionais (reconhecimento de colegas, participação ativa na comunidade etc.);
  • o programa não é projetado para ser escalável.

A eficiência da estratégia de gamificação é medida pelo envolvimento dos participantes e o alcance dos objetivos estabelecidos. Muitas empresas já criaram modelos eficientes de gamificação e puderam observar, entre outros benefícios, aumento de produtividade, maior engajamento com os processos do negócio e motivação da equipe.

Entretanto, a aplicação da gamificação nas empresas não deve ser considerada uma forma de entretenimento, principalmente porque jogos em ambientes organizacionais também podem reduzir a produtividade.

Essa linha entre produtividade e ociosidade está diretamente relacionada à cultura organizacional, por isso, além de colocar em prática o projeto, a empresa precisa trabalhar o conceito junto aos participantes. Promover uma cultura baseada em inovação é a melhor forma de conseguir aplicar modelagens de trabalho associadas à tecnologia.

Apesar de todos esses desafios, essa estratégia de gestão pode impactar positivamente na rotina de trabalho de equipes diversas, desde o setor de marketing ao de TI, já que o desafio e a premiação, ainda que a recompensa seja emocional, cria um loop que atesta a efetividade do método a cada aplicação e compensa todo o esforço para a implementação da gamificação nas empresas.

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