Servidor gerenciado: tudo que você precisa saber

Servidor gerenciado: tudo que você precisa saber

Recomendado para todo e qualquer tipo de empresa que deseja hospedar os seus projetos Web sem ter que se preocupar com o monitoramento, a gestão e a manutenção dos serviços, um servidor gerenciado é, sem dúvida, a opção mais adequada para aqueles que estão em busca de praticidade. 

Entretanto, engana-se quem pensa que essa é a única vantagem em adotar essa solução. Mais que apenas reduzir a quantidade de trabalho prático do seu ambiente interno de TI, um servidor gerenciado é, praticamente, uma garantia de que a hospedagem dos seus sites e/ou aplicativos funcionarão no máximo do seu desempenho.

Vale deixar claro que quando falamos em “praticamente”, estamos nos referindo ao fato de que existem cuidados a tomar. O principal deles é relacionado à escolha do fornecedor.

De qualquer maneira, este artigo foi preparado para apresentar absolutamente tudo o que você precisa saber sobre um servidor gerenciado. Por isso, continue aqui conosco e aproveite essa leitura. Vamos lá!

O que é um servidor gerenciado?

Em primeiro lugar, nada melhor do que esclarecermos o que é um servidor gerenciado. O ponto a destacar, nesse caso, é que o termo “servidor gerenciado” é um tanto quanto ambíguo, por isso, para muitos, sua definição pode ser confusa.

Isso ocorre pelo simples motivo de que cada provedor de hospedagem pode ter a sua própria versão do serviço. No entanto, sob uma visão mais ampla, pode-se considerá-lo como uma extensão da hospedagem dedicada, na qual a gestão e a manutenção do servidor é de responsabilidade do fornecedor, e não dos clientes.

Cabe salientar que essa ambiguidade é decorrente dos diferentes níveis de gerenciamento. Normalmente, é possível dividi-los em duas “categorias”: semi-gerenciado ou totalmente gerenciado.

Além disso, o tipo de gerência pode ser ativa ou passiva. A primeira é aquela em que o provedor do serviço resolverá qualquer empecilho por conta própria, atuando proativamente, já a segunda é quando o cliente precisa entrar em contato com o fornecedor para solicitar os ajustes.

Na ValueHost oferecemos o mais completo gerenciamento de servidor do mercado. Ao se tornar um de nossos parceiros, você não precisará se preocupar com manutenções e configurações de hardware, software e ferramentas de segurança: você terá 100% do seu tempo disponível para cuidar dos seus clientes e do core business da sua empresa.

Trabalhamos não somente para prover a infraestrutura que atenda às suas necessidades, mas também uma equipe técnica especializada em uma série de aplicações intimamente relacionada com as operações desses sistemas.

Fique sabendo que o nosso gerenciamento de servidores foi criado com todos os serviços tidos como fundamentais para que você possa ter um servidor seguro e sempre funcional.

Quais as diferenças em relação ao não-gerenciado?

Agora que você já sabe o que é um servidor gerenciado, mostraremos as suas diferenças em relação ao não-gerenciado. Bem, nessa segunda opção, o provedor da hospedagem configura o hardware, instala o software operacional, o painel de controle e mantém o sistema e a rede.

O cliente, por sua vez, é quem deve cuidar das configurações de uso, das instalações de scripts, aplicativos e softwares adicionais, da aplicação de firewalls, backups etc.

Essa alternativa é mais indicada para quem tem um amplo conhecimento técnico dentro da própria organização, caso contrário, a resolução do problema se tornará difícil e prejudicial para o andamento das operações internas.

Em outras palavras, se você está confortável com as capacidades da sua equipe e acha que ela pode lidar com todas as demandas técnicas de um servidor, a opção não-gerenciada é uma boa escolha. 

Porém, se você não dispõe desse conhecimento e não está certo quanto a habilidade do seu time no que corresponde a essa tecnologia, a hospedagem gerenciada é certamente o melhor caminho a ser tomado. 

Ao optar por essa “modalidade”, você poderá se concentrar nas principais tarefas do negócio sem ter que ficar pensando no funcionamento do servidor. O provedor, nesse caso, oferece suporte, manutenção e o gerenciamento.

Para fortalecer o seu entendimento sobre as diferenças entre um servidor gerenciado e um não-gerenciado, é interessante conhecer as características que envolvem cada um deles.

Servidor gerenciado

– a manutenção da máquina é uma responsabilidade da empresa de hospedagem, tanto de hardware quanto de software;
– não exige que o cliente faça atualizações ou aplicações relativas às questões de segurança (tudo isso também é por conta do fornecedor);
– permite que os usuários foquem seus esforços nos aspectos estratégicos e que mais contribuem para o crescimento do negócio.

Servidor não-gerenciado

– acesso total ao servidor, incluindo na parte de hardware;
– exige um time especializado e com experiências na gestão de servidores;
– possibilita maiores níveis de personalização do serviço (necessidades e tecnologias específicas);
– atualizações e questões de segurança são tarefas atribuídas ao próprio cliente.

Outro ponto que merece ser ressaltado é que, por não haver o gerenciamento, a contratação de um servidor não-gerenciado é um pouco mais barata do que a de um servidor gerenciado.

Quais são as vantagens de um servidor gerenciado?

Para dar sequência a este artigo, abordaremos individualmente as principais vantagens de um servidor gerenciado.

Redução de custos operacionais

Embora tenhamos dito que um servidor não-gerenciado é levemente mais barato do que um gerenciado, ao analisarmos os custos como um todo, o que acontece é o oposto. 

Se a consideração for feita somente pensando na contratação do serviço, aí sim, os custos são menores. Porém, o que você precisa saber é que uma hospedagem não-gerenciada envolve despesas externas a solução em si.

E quais são elas? A resposta são os custos relacionados a mão de obra qualificada. Administradores de bancos de dados ou de sistemas, enfim, é necessário montar uma equipe que seja apta para gerenciar os servidores.

No entanto, ao partir para uma hospedagem gerenciada, esses “custos adicionais” poderão ser quase que totalmente eliminados.

Monitoramento constante

Um serviço gerenciado permite a detecção proativa de qualquer tipo de vulnerabilidade e irregularidades no que diz respeito ao funcionamento do servidor. Dessa forma, ela estará operando a todo momento

Isso acontece devido ao monitoramento constante do fornecedor, um fator que dificilmente será possível com uma hospedagem não-gerenciada: a não ser que se contrate uma equipe que trabalhe em turnos separados de modo a monitorá-la 24 horas por dia, e 7 dias por semana.

No entanto, se fizer isso, é certo de que você multiplicará os seus custos operacionais de TI. Se a ideia é a retenção de despesas, não se discute o fato de que um servidor gerenciado é a melhor escolha.

Ganho de segurança

Outra vantagem que vale ser destacada é o ganho de segurança. Tenha em mente que ao contratar um servidor gerenciado e, consequentemente, trazer para o seu lado uma equipe especializada nesse tipo de solução, a proteção dos seus dados será reforçada.

Em termos práticos, o provedor da hospedagem (desde que bem escolhido) se responsabilizará pelas seguintes ações:

– varreduras de vírus;
– configurações de firewall;
– filtragens de spam;
– atualizações no sistema operacional;
– auditorias de segurança;
– entre outras.

Dessa maneira, você poderá realizar as suas atividades sem ter que se preocupar com a defesa das suas informações. Os melhores fornecedores identificarão as vulnerabilidades antes mesmo que os servidores sejam atacados.

Suporte disponível a qualquer momento

Tão relevante quanto o suporte de uma empresa, que deve estar disponível por 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Entenda que, apesar do monitoramento constante por parte dos provedores, é absolutamente normal que você tenha dúvidas ou queira solicitar alguma mudança.

Por essa razão, é importante que se possa acessar o atendimento ao cliente a qualquer momento, um benefício que é normalmente oferecido quando o assunto corresponde a um servidor gerenciado.

Chat online, e-mail e telefone são os canais mais utilizados. Independentemente de quais sejam, a equipe de suporte de um fornecedor confiável é treinada para a resolução das falhas e para a prevenção dos problemas.

Backups

Com uma hospedagem gerenciada, você também não precisará se preocupar com a perda dos seus dados, pois os backups serão realizados automaticamente e estarão sempre protegidos.

Se, porventura, acontecer algo que os façam “sumir”, fique tranquilo, pois o provedor do serviço está preparado para lidar com esses problemas, recuperando as suas informações e fazendo com que tudo volte a ser à normalidade.

Por outro lado, se você optar por um servidor não-gerenciado, deverá assumir a responsabilidade em relação aos backups. O problema, no entanto, é que diante de tantas coisas para gerenciar, é bastante possível que se esqueça de tomar todas as medidas necessárias para evitar que a perda de dados afete a sua companhia.

Soluções personalizadas e que suportam a evolução do negócio

Soluções personalizadas e que suportam a evolução do negócio é, sem dúvida, mais uma das vantagens em optar por um servidor gerenciado. Nesse contexto, o ponto a ressaltar é que essa característica permite que as organizações dimensionem o seu ambiente a medida em que ele cresce, combinando tecnologias, requisitos de desempenho e carga de trabalho, por exemplo.

Isso significa que um fornecedor de hospedagem gerenciada adaptável se torna uma extensão do seu departamento de TI, possibilitando que você acesse os seus especialistas e solicite novos recursos a qualquer instante.

Eles podem aconselhá-lo sobre quais são as melhores possibilidades e o que seria mais viável e seguro em relação as suas próprias demandas: suas necessidades técnicas e comerciais serão sempre analisadas.

Quando escolher um servidor gerenciado?

Para que não se tenha nenhuma dúvida quanto a escolha de um servidor gerenciado, é importante esclarecer que ela deve ser embasada em uma ampla variedade de fatores.

Resumidamente, você deve escolher uma hospedagem gerenciada se:

– o seu departamento de TI for limitado ou com pouca experiência administrativa;
– você não tem a certeza de que poderá se concentrar no seu negócio se tiver que manter o servidor;
– você não quer ter que se preocupar com o gerenciamento da sua infraestrutura de TI.

Por outro lado, você deve optar por uma hospedagem não-gerenciada se:

– o seu departamento de TI tem a experiência necessária (conhecimentos especializados) na administração de servidores;
– se a sua empresa não vê problemas com os custos mais elevados no tocante da mão de obra;
– você sabe que tem tempo para manter as operações sem inferir no core business da organização;
– você não está confortável com a ideia de terceirizar a gestão das suas informações na internet.

Portanto, quando se perguntar sobre qual é a melhor opção entre um servidor gerenciado e um não-gerenciado, não se esqueça de considerar os pontos acima descritos.

Quais são os tipos de servidores que existem?

Para dar continuidade a este conteúdo, é interessante que você saiba quais são os tipos de servidores existentes no mercado. Isso é importante para que se possa entender as diferenças entre um e outro e, dessa forma, definir qual das soluções é a mais adequada para as realidades da organização.

Ainda que o propósito seja o mesmo, os serviços de hospedagem são diversificados, cada qual com suas próprias particularidades. É por esse motivo que você deve ter cuidado e muita atenção no que se refere à escolha do seu servidor.

Lembra do que falamos no início do artigo, que um servidor gerenciado é uma extensão desse modelo? Pois então, isso é correto, porém, hoje os serviços de gerenciamento também são aplicados a outros.

Dito isso, vamos aos tipos. Quando o assunto corresponde a hospedagem gerenciada, há três possibilidades a considerar.

Servidor dedicado

Opção que proporciona o máximo de desempenho e segurança, um servidor dedicado é aquele que fica hospedado em um data center ou em uma rede local, sendo de uso exclusivo.

Nesse caso, você poderá configurá-lo do modo que bem entender. As preferências de ajustes são diversas, incluindo:

– processadores;
– discos rígidos;
– segurança;
– recursos de rede;
– memória;
– entre outros.

Além de poder configurar o hardware, você também poderá definir os softwares. Isso implica na importante condição de que será possível escolher qualquer estrutura, tecnologia ou sistema operacional: o grau de personalização de um servidor dedicado é altíssimo.

Diante do não-compartilhamento da hospedagem, sua empresa é a única a utilizá-lo, evitando a competição por recursos e assegurando que os seus projetos Web não tenham que dividir espaço com sites e/ou aplicações eventualmente prejudiciais.

Geralmente configurado para um expressivo volume de processamento de dados, um servidor dedicado possibilita maior agilidade, mais controle e performance quando comparado as demais alternativas, isso é certo.

VPS

Sigla para Virtual Private Server  Servidor Virtual Privado, em português —, podemos dizer que o VPS é um modelo de hospedagem que vem logo abaixo do dedicado. Para facilitar a sua compreensão sobre ele, evidenciaremos os termos de maneira individual:

– virtual (espaço não físico e criado por software);
privado (de utilização restrita);
servidor (local em que ficam armazenados os dados e arquivos do negócio).

Os servidores VPS surgiram da necessidade de um serviço que se encaixasse entre as abordagens tradicionais. Essa opção é uma excelente escolha para quem está em busca de uma hospedagem com uma considerável capacidade de processamento, sem ter que desembolsar valores mais altos. 

Nesse sentido, é preciso dizer que quando falamos dos métodos tradicionais, estamos aludindo os servidores dedicados (que você já viu) e os servidores compartilhados (que você verá em seguida).

Em resumo, um servidor VPS é capaz de unir o útil ao agradável, que significa, nesse caso, a junção das vantagens “bom preço e “bom desempenho”. Na prática, ele oferece recursos semelhantes a um servidor dedicado (com limites menores), mesmo que tenha que compartilhar os seus espaços com outros usuários.

Servidor em nuvem

Vamos agora para os servidores em nuvem (cloud servers), que podem ser retratados como um serviço de armazenamento de sites/aplicativos disponibilizado pela internet e por meio de hospedagens virtuais.

Aqui, o ponto a frisar é que os servidores não ficam localizados em apenas um único lugar, mas sim em diversos computadores. Nos tipos que acabamos de mencionar, a localização é baseada em somente uma única máquina. 

Essa diferença traz benefícios relevantes, já que ao subdividir o processamento, é possível diminuir a carga sobre os equipamentos. Como consequência, espera-se um aumento na capacidade de desempenho da hospedagem.

Os grandes fornecedores são capazes de oferecer supercomputadores, preparados para processar uma enorme quantidade de informações. Dependendo das configurações, um servidor em nuvem conseguirá superar a performance até mesmo de um servidor dedicado. 

No que diz respeito a sua recomendação, uma hospedagem em nuvem não é para todos. Quem ainda não atingiu um alto volume de tráfego não precisa partir para essa solução. Contudo, se o número de visitantes estiver aumentando em uma velocidade frenética, esse modelo de servidor é bastante indicado.

Servidor compartilhado

Para complementar o conhecimento sobre os tipos de servidores, não poderíamos esquecer do mais popular e econômico de todos: o servidor compartilhado. Entretanto, o deixamos por último porque a questão “gerenciado” ou “não-gerenciado” é um fator que não costuma ser abordado nesse serviço.

Isso acontece pelo fato de que um servidor compartilhado nem mesmo oferece a possibilidade de escolher o gerenciamento. Na verdade, esse atributo já está em incluso na solução, porém, em níveis menores do que os outros servidores. 

Mesmo assim, é proveitoso saber quais são as suas características. Em relação a isso, a observação a se fazer é que como o próprio nome sugere, uma hospedagem compartilhada é aquela que compartilha os seus recurso entre centenas de usuários (às vezes podem ser milhares).

Pense nela como se fosse um prédio, em que existem diversos moradores, cada um deles como o seu apartamento. Se quiserem, poderão enchê-lo de pessoas e dar uma grande festa.

Todavia, se não respeitarem os limites estabelecidos pelo condomínio, estarão sujeitos a multas e penalizações por não seguirem as boas regras de convivência.

É exatamente dessa forma que funciona um servidor compartilhado: as empresas têm o seu espaço particular, mas terão que dividir os recursos (processador, memória, espaço em disco etc.) e respeitar as normas e determinações do fornecedor.

Essa alternativa é recomendada apenas para quem tenha um site pequeno a médio no que se remete ao volume de tráfego. As lojas virtuais de menor expressividade também podem adotá-lo, mas para isso precisarão confirmar a aplicação do certificado de segurança SSL.

Como escolher um bom provedor?

Para finalizarmos este artigo, nada mais justo do que falar sobre como deve ser feita a escolha do provedor do serviço. Mais do que somente um fornecedor, procure uma empresa que possa se tornar uma verdadeira parceira do seu negócio. 

Devido às incontáveis ofertas que o mercado apresenta (que só aumentam, por sinal), a tarefa de decidir por quem será o responsável por prover a sua hospedagem pode ser mais difícil do que se imagina.

Ser capaz de distinguir quem são os melhores e quem são os fornecedores que não se pode confiar é essencial, afinal, essa é a primeira “coisa” que se deve compreender se você quiser evitar problemas maiores no futuro.

Em geral, busque por um provedor que vá além do que se espera, entregando um algo a mais em relação ao serviço e ao atendimento: escolha um parceiro que possa oferecer um suporte tão eficiente a ponto de superar as suas próprias expectativas. 

Analisado esse aspecto, verifique também a sua infraestrutura. Aqui, dê preferência para aqueles que têm como padrão no mínimo 1GBps de largura de banda. Não o bastante, observe também se eles oferecem a redundância de recursos aliada a um elevado grau de processamento (com pelo menos 24 núcleos em cada um deles).

Em todo esse conjunto (contingente de políticas, procedimentos, sistemas e infraestrutura), o fornecedor deve garantir um altíssimo nível de disponibilidade dos servidores. Por isso, não aceite nada menos do que um uptime/SLA de 99,8%.

Enfim, é isso o que você precisa saber sobre um servidor gerenciado. Ao firmar uma parceria de qualidade, não se preocupe, pois é improvável que as suas demandas não sejam atendidas: lembre-se de pesquisar pelas avaliações dos clientes, isso é muito importante.

Esperamos que você tenha gostado deste artigo. Se quiser saber mais e deseja conhecer o que há de melhor quando o assunto é relacionado a um servidor gerenciado, entre em contato conosco agora mesmo. Estamos prontos para atender você e sanar todas as suas dúvidas!

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