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Confira as principais tendências de TI para 2019

Confira as principais tendências de TI para 2019

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Você sabe quais são as principais tendências de TI para 2019? Independentemente da sua resposta, elaboramos este conteúdo para falar justamente sobre isso. Antes de mais nada, preste atenção na seguinte observação: o futuro será caracterizado por dispositivos inteligentes que fornecem serviços digitais cada vez mais informativos, estando presentes em todos os lugares.

A previsão foi feita por David Cearley, vice-presidente da Gartner, no Gartner Symposium/ITxpo 2018. O evento destacou as tendências tecnológicas estratégicas com potencial disruptivo substancial, cujo ponto de inflexão será atingido nos próximos cinco anos.

Entretanto, é a partir de 2019 que elas começam a ganhar mais força. Dito isso, apresentaremos a seguir quais são essas tendências e o que esperar sobre elas. Continue a leitura e confira!

Gêmeos Digitais

Começaremos, então, pelos gêmeos digitais, que nada mais são do que representações digitais de um processo, sistema ou entidade do mundo real. Nesse cenário, suas aplicações são incontáveis, permitindo aprimoramentos e evoluções ao longo do tempo.

A ideia central consiste na coleta e na visualização de dados extremamente precisos, dando às organizações a chance a analisar e simular condições do mundo real em um ambiente fictício.

Isso possibilitará que elas respondam às mudanças de modo mais rápido e eficaz, melhorando as operações, agregando maior valor aos seus produtos e serviços e incentivando a inovação.

Os gêmeos digitais terão uma grande conexão com a Internet das Coisas (IoT), pois podem fornecer informações sobre manutenção e confiabilidade dos equipamentos, por exemplo.

Desenvolvimento orientado por IA

A velocidade em que o mercado tem mudado é mais rápida do que nunca. Nesse contexto, o desenvolvimento de sistemas e aplicativos em geral passará a ser orientado (em parte) pela Inteligência Artificial (IA).

Os desenvolvedores serão “obrigados” (condição imposta pelo próprio mercado) a aprimorar as suas soluções de forma a torná-las inteligentes em algum grau. De acordo a Gartner, em 2022, cerca de 40% dos novos projetos terão na sua equipe diversos profissionais especializados no desenvolvimento de recurso de IA.

Esse caminho está evoluindo em três dimensões:

  1. Ferramentas utilizadas para criar soluções baseadas em Inteligência Artificial estão se expandindo para a comunidade de desenvolvedores. Isso permitirá desenvolver aplicações sem a necessidade de ter que envolver um cientista de dados.
  2. Soluções de IA proporcionarão análises aprimoradas, testes automatizados e geração automática de códigos, acelerando os processos de desenvolvimento e capacitando um grande número de pessoas a desenvolver os seus próprios aplicativos.
  3. Sistemas habilitados pela Inteligência Artificial estão evoluindo da assistência e automação de funções para o desenvolvimento propriamente dito, do design das aplicações às soluções de negócio.

Analítica Aumentada

A Analítica Aumentada também está entre as tendências de TI para 2019. Dada a enorme quantidade de informações (Big Data) que os cientistas de dados têm de agrupar e analisar, explorar todas as possibilidades que envolvem uma determinada proposta se torna uma tarefa um tanto quanto difícil — para não dizer impossível.

Isso significa que as empresas podem perder percepções importantes em virtude dessa dificuldade de exploração. No entanto, com a Analítica Aumentada, os cientistas de dados (ou até mesmo os gestores da organização) conseguirão análises mais profundas devido ao uso de algoritmos automatizados, pois permitirão explorar praticamente todas as hipóteses.

Em outras palavras, as análises aumentadas são capazes de identificar padrões ocultos por remover o viés pessoal. Embora exista o risco da inserção intencional de preceitos equivocados, os algoritmos acabaram sendo incorporados aos aplicativos corporativos, automatizando os insights e trazendo conhecimentos que muitas vezes passariam despercebidos.

Coisas autônomas

Quer se trate de carros, robôs ou máquina e equipamentos agrícolas, as coisas autônomas fazem uso da IA para realizarem tarefas que são tradicionalmente feitas por seres humanos.

A sofisticação da inteligência varia, porém, entre todos os objetos autônomos que serão capazes de interagir com o ambiente que os rodeia de maneira natural e inteligente. Nesse sentido, eles podem ocupar quatro espaços:

  • mar;
  • terra;
  • ar;
  • digital.

Todos eles operam com diferentes níveis de capacidade, coordenação e inteligência. Para ilustrar, imagine um drone operando no ar com a assistência de um robô agrícola que está em terra, ambos agindo de forma totalmente autônoma.

Essa é apenas uma dentro de milhares de outras possibilidades. A gama de objetos que pode ser incorporada a essa tecnologia é imensa, direcionando o futuro dos sistemas computacionais para a realização de tarefas colaborativas entre homens e máquinas autônomas, por exemplo.

Blockchain

Um tipo de livro digital distribuído em todos os computadores de uma rede, uma lista ordenada em ordem cronológica com os registros transacionais de um sistema em questão, assim é o Blockchain, também uma das tendências em TI para os próximos anos.

O ponto a destacar, nesse caso, é que o uso dessa tecnologia promove altíssimos níveis de segurança. Para muitos, impossível de ser quebrada. Isso acontece pela distribuição das informações, que em vez de ficarem armazenadas em somente um ou alguns servidores, ficarão espalhadas em centenas, milhares ou milhões de pontos.

É por essa razão que os especialistas a consideram inquebrável, pois para ter acesso aos dados, os hackers teriam que invadir todos os computadores da rede, o que é impraticável em termos de trabalho: as informações são criptografadas com base em protocolos extremamente confiáveis.

Edge Computing

O Edge Computing se refere aos dispositivos endpoints que são utilizados pelas pessoas e incorporados ao mundo ao nosso redor. Essa tecnologia se trata de uma topologia de computação em que o processamento de dados, a coleta e a entrega dos conteúdos são dispostos o mais próximo possível desses endpoints (terminais de comunicação).

No curto prazo, ela vem sendo impulsionada pela IoT, cuja necessidade é manter os processamentos perto dos aparelhos e não em um servidor em nuvem centralizado. Contudo, com o passar dos anos seguintes, o Cloud Computing e o Edge Computing evoluirão como metodologias complementares, com serviços em nuvem sendo administrados de modo central.

Para concluir, vale repetir que tudo o que foi apresentado até aqui está entre as principais tendências de TI para 2019. O tempo para que elas se tornem de fato uma realidade será curto. No máximo 5 anos!

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