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A segurança no servidor é apenas uma das camadas que devem ser implementadas na gestão de segurança de TI. A prática inibe a atuação de cibercriminosos e garante todos os aspectos necessários para a gestão da informação: disponibilidade, confidencialidade e integridade, para que dados não sejam perdidos ou vazados em rotinas organizacionais.

Várias camadas de segurança também aumentam a confiabilidade das empresas juntos aos seus clientes e impede que qualquer problema relacionado à governança do setor de TI se tornem longos e onerosos processos na justiça.

Se você entende que a segurança no servidor pode impactar diretamente a gestão dos ativos de TI da sua empresa, continue a leitura e veja o que é essa segurança, os motivos pelos quais você deve aumentar as medidas adotadas no seu negócio e quais são as principais ações para inibir qualquer vulnerabilidade!

Por que é preciso investir em segurança?

Cibercrimes acontecem diariamente. O desenvolvimento de novos métodos de intrusão, a introdução de inteligência artificial e aprendizado de máquina em ações maliciosas e a vulnerabilidade dos sistemas operacionais nas empresas, também caracterizadas por infraestruturas altamente digitalizadas e interconectadas, viabilizam as ações de hackers.

Além disso, a falta de uma cultura baseada em segurança também pode tornar as empresas mais vulneráveis. O elo mais fraco da corrente são os próprios colaboradores, que mantêm em suas rotinas ações que contribuem para aumentar a criticidade das atividades relacionadas ao setor de TI.

São inúmeras rotinas sujeitas às intrusões ou roubo de informações: abrir o email com um ataque de phishing, ou sair de um computador e deixar o sistema com acesso autorizado aberto, por exemplo.

A segurança no servidor também merece atenção, pois dados sensíveis são armazenados o tempo todo na infraestrutura. Imagine sofrer um ataque como o que ocorreu em 2017 com o ransomware WannaCry, que infectou milhares de computadores ao redor do mundo e por meio do sequestro de dados exigia um resgate a ser pago em criptomoeda.

O ataque DDoS (Distributed Denial of Service) ou ataque distribuído de negação de serviço, também é outro risco que deve ser mitigado nos servidores. Todas as páginas são hospedadas nesses ambientes, que são programados para responder às solicitações de acesso e exibir a URL solicitada.

Quando acontece esse tipo de ataque, vários acessos são solicitados simultaneamente pelo invasor, que redireciona os computadores de forma programada e sobrecarrega o servidor até derrubá-lo. Às vezes isso acontece e nem o usuário tem conhecimento que seu sistema contribuiu para o resultado: basta o criminoso ativar o programa malicioso que foi instalado em seu hardware.

O que é a segurança no servidor?

Uma política de segurança efetiva é baseada no rastreamento de erros, atualização constante e manutenção adequada do servidor. A gestão da informação se relaciona diretamente com essas medidas de segurança no servidor porque é o ambiente onde são armazenadas grande parte dos dados de uma empresa.

Manter a governança no servidor, além da mitigação de vulnerabilidades, requer ainda a restrição de falhas que possam comprometer a usabilidade do sistema. Dessa forma, o resultado efetivo da política de segurança está intimamente ligado a:

  • adoção de uma política rígida de acesso, com restrições baseadas em IP;
  • alteração do número da porta do servidor para “confundir” os invasores;
  • uso de senhas fortes, com, pelo menos, oito caracteres, que não devem ser reutilizadas ou informadas a terceiros;
  • criação de rotinas de alteração de senhas ou chaves default de serviços;
  • atualização das definições de antivírus e outros métodos de segurança de endpoint;
  • revisão dos logs de acesso do servidor para identificação de possíveis tentativas de invasão;
  • habilitação de apenas serviços necessários no sistema operacional — serviços desnecessários podem causar tráfego indesejado no servidor;
  • atualização do software do servidor sempre que houver uma última versão;
  • armazenamento de senhas e outras informações mais sensíveis em intranet.

Quais medidas de segurança secundárias podem ser adotadas para proteger o servidor?

Além das medidas que já foram relacionadas, existem outras ações que podem ser adotadas para aumentar o nível de segurança na infraestrutura, como descrevemos a seguir.

Invista em segurança de primeiro nível

São programas que devem ser instalados em toda a infraestrutura para reduzir investimentos e aumentar a segurança:

  • antivírus;
  • firewalls;
  • VPN (Virtual Private Network): rede em que a comunicação de todos os dispositivos que compõem a infraestrutura é restrita apenas às credenciais autorizadas;
  • Active Directory: interfaces que trabalham em conjunto com outros aplicativos e serviços de diretório, como aplicativos de email.

As atualizações disponíveis não são apenas uma forma de obter novos recursos. Verifique constantemente a existência de novas versões para atualizar todo o seu sistema quanto aos novos métodos de intrusão utilizados pelos cibercriminosos.

Crie mecanismos para testar e validar updates. A necessidade de outros recursos está intimamente atrelada ao tamanho da sua infraestrutura e a criticidade dos dados compartilhados.

Mantenha backups atualizados

A gestão de backups deve fazer parte da rotina da empresa, com a maior periodicidade possível. No entanto, as cópias não devem ser armazenadas em ambientes conectados à rede: eles precisam ser mantidos de forma independente.

Atente-se ao compliance do setor

O Marco Civil da Internet ainda é a legislação vigente no Brasil, mas a aplicação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), prevista para ainda este ano, exigirá das empresas mais rigor no tratamento de dados, principalmente de terceiros. Para isso, a lei instrui quanto a métodos de proteção e as medidas que devem ser adotadas em caso de vazamento das informações.

Invista em padrões de segurança internacionais

Adequação aos padrões internacionais de segurança atestam a capacidade da sua empresa em atender a legislação do setor e os critérios mais rígidos de seguridade. Muitas organizações emitem certificações e orientam as companhias quanto às melhores práticas. PCI DSS, ISO 27000, HIPAA e o SOC são alguns exemplos.

Tenha uma política de controle de acesso

A política para o controle de acesso é primordial para a segurança de ambientes de TI, pois, garante a disponibilidade, confidencialidade e a integridade dos dados, uma vez que o acesso, visualizarão e alteração das informações são autorizadas somente aos usuários com as credenciais adequadas.

A prática deve ser implementada no ambiente físico da infraestrutura, mas também no ambiente virtual: em sistemas de gestão, softwares operacionais, aplicações, bancos de dados, soluções de monitoramento etc.

Divulgue boas práticas aos usuários da infraestrutura de TI

Os colaboradores da empresa devem estar cientes de sua responsabilidade quanto às medidas de segurança adotadas pela empresa, assim como o comprometimento para que as suas ações no ambiente organizacional não comprometam a segurança de toda a infraestrutura.

Para isso, alinhe a política de segurança da empresa na cultura organizacional, disponibilize treinamentos e cursos relativos às medidas de segurança que serão adotadas e reafirme constantemente as boas práticas que devem ser implementadas.

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