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Conheça 7 erros de TI que interferem no desempenho de sites

Conheça 7 erros de TI que interferem no desempenho de sites

Uma das grandes causas das altas taxas de rejeição em alguns sites é a dificuldade de acesso a essas páginas, ou seja, o baixo desempenho. Como hoje há uma enorme oferta de sites que oferecem conteúdos semelhantes, os usuários não costumam esperar mais de cinco segundos para que uma página carregue. Com a popularidade dos smartphones, isso ficou ainda mais marcante, devido à facilidade de acesso a vários aplicativos ao mesmo tempo.

Em alguns casos, essa demora se dá por problemas relacionados à estrutura do próprio usuário, seja por falhas nos dispositivos ou dificuldades de conexão. Mas quando as taxas de rejeição são muito alarmantes, é quase certo que há algum erro de TI que está afetando negativamente o desempenho do site — parte estrutural, código-fonte, plugins, servidores, ataques etc.

Como existe uma gama de problemas que podem causar essa queda de desempenho, chegar a um diagnóstico preciso não é tarefa das mais simples..;Confira!

Quais são os erros de TI que interferem no desempenho de sites?

1. Plugins usados de forma excessiva

Com a popularização dos CMS, em especial o WordPress, os plugins se tornaram componentes quase que obrigatórios no desenvolvimento web. Eles são bem úteis, pois flexibilizam o site, dando uma experiência de uso mais dinâmica com a adição de ferramentas interativas.

No WordPress, temos acesso a uma infinidade de plugins, tanto para atividade on page, que resulta em alguma alteração na interface do site, quanto off page, que auxilia o desenvolvedor em questões estruturais, como SEO e analytics.

Para que essas ferramentas não acabem gerando dor de cabeça, devemos nos atentar à origem dos plugins que pretendemos utilizar. Procure saber quem o desenvolveu, pesquise como está a sua reputação, busque informações antes de inseri-los etc.

Não utilize plugins desnecessários apenas para agregar ao visual da página. Adicione aqueles que realmente melhorarão a experiência do usuário, com funções realmente úteis para o objetivo da página. Se possível, crie os seus próprios widgets.

2. Cache desabilitado

A habilitação dos sistemas de cache ajudam bastante na melhoria do desempenho dos sites, pois eles reduzem as consultas aos bancos de dados e arquivos CSS. A melhoria de desempenho acontece porque o servidor de hospedagem tem a carga de trabalho reduzida, necessitando de menos processamento e podendo fazer uma entrega mais rápida dos arquivos requisitados pelo navegador do usuário.

3. Requisições HTTP não otimizadas

O excesso de requisições HTTP é outro fator que pode acarretar mau desempenho das suas páginas e com isso resultar na perda de visitas. Para evitar que isso aconteça, será necessário fazer a otimização do código da página, com scripts realmente necessários e aproveitando todo o potencial do CSS para diminuir o uso de imagens e efeitos simples, como os de transição. Um código limpo e simplificado gera páginas mais leves e, por consequência, mais rápidas.

4. Má utilização do JavaScript

Não se pode negar os benefícios que o JavaScript e suas soluções trazem para os sites, deixando-os mais dinâmicos, interativos e funcionais. Porém a má utilização dessa linguagem e de suas APIs pode alterar a estabilidade de sua página, aumentando o tempo de carregamento dela.

Para evitar esse tipo de problema, sempre que for utilizar APIs de terceiros, alinhe-as às suas expectativas em relação aos objetivos de seu site. Foque na prevenção de bugs e aposte nas boas práticas de programação para facilitar a manutenção.

Outro fator importante a se observar em relação ao JavaScript é o local do código em que ele deverá ser inserido. O recomendado é que seja adicionado ao final do código, antes do fechamento da tag body. Ao fazer isso, você privilegia o carregamento do HTML e CSS, oferecendo ao usuário um acesso instantâneo ao conteúdo da página e deixando o carregamento do JavaScript por último.

5. Erros no servidor

A sobrecarga de um servidor pode acontecer por uma série de fatores, como problemas de configuração, ataque DDoS — que provoca um excesso de requisições propositais que trava o servidor — pane ou mau funcionamento.

Se você estiver com problemas em um servidor virtual, verifique as configurações e veja se não há nenhum código quebrado. Faça uma varredura nos logins de acesso e verifique se existe algum usuário suspeito que possivelmente está bloqueando o acesso a determinadas camadas de IP.

6. Erro no acesso ao banco de dados

Esse é o erro mais comum de quem utiliza os CMS — sistema de gerenciamento de conteúdo —, como o WordPress. Esse erro de conexão ocorre muitas vezes quando o banco de dados está corrompido, quando há problemas com os dados de login ou por inatividade do servidor em que o banco de dados está hospedado.

Nesse caso, o profissional de TI deverá checar todas as configurações do banco de dados e, dependendo da gravidade, entrar em contato com a sua empresa de hospedagem para que ela ofereça uma solução pontual.

7. Ataques e invasões de hackers

Não podemos esquecer os ataques maliciosos que podem causar o baixo desempenho de um site. Um simples arquivo infeccioso pode alterar seriamente o funcionamento do sistema, com danos ao código-fonte ou ao banco de dados, por exemplo.

Sites que fazem transações de valores monetários ou de informações sigilosas sofrem tentativas diárias de invasão. Uma brecha poderá acarretar, além de problemas no funcionamento do site, prejuízos financeiros e de imagem.

Nesse caso, o trabalho preventivo deverá ser prioridade. Escolha a empresa de hospedagem que ofereça planos com o que existe de melhor em segurança. Além das trocas periódicas de senhas e logins, será necessário um monitoramento constante e sinalização de qualquer alteração suspeita.

Para minimizar os problemas que uma invasão pode gerar para a experiência do usuário, utilize os CDN. Eles mantêm uma cópia do seu site em memória cache, mantendo-o em exibição mesmo que ele esteja fora do ar.

Como identificar os erros de TI que afetam o desempenho do site?

Para um diagnóstico mais exato, você deverá utilizar algumas ferramentas específicas. A boa notícia é que temos excelentes soluções gratuitas. Confira algumas das principais.

Pingdom Tools

O Pingdom Tools é uma ferramenta que permite a análise de todas as requisições feitas em um site. Ele identifica o tamanho e a velocidade de carregamento de todos os elementos que compõem a página — imagens, HTML, CSS, Scripts e recursos externos. Além disso, a ferramenta permite que essas análises sejam feitas tendo como ponto de partida servidores em vários cantos do mundo.

Google PageSpeed Insights

A ferramenta PageSpeed Insights do Google permitirá que você identifique os problemas de desempenho e performance de seu site relacionados à semântica. Além de identificar os gargalos que causam o mau desempenho, ela oferece soluções para a melhoria em relação à indexação em mecanismo de buscas, com técnicas de SEO — Search Engine Optimization ou Otimização Para Mecanismos de Buscas, em português.

Google Analytics

O Google Analytics é uma ferramenta completa que permite fazer análise de uma variedade de métricas relacionadas a um site. Entre essas métricas, está a análise de desempenho e velocidade de carregamento de uma página.

Essa ferramenta permitirá que você saiba o tempo médio em que os visitantes ficam em seu site, dando a dimensão da relação desempenho x engajamento. Assim, você poderá fazer os ajustes de forma mais refinada, baseando-os na experiência do cliente.

Não existe fórmula mágica para resolver os erros de TI que interferem no desempenho de sites. Cada caso necessitará de uma atuação, cabendo aos profissionais responsáveis pelo gerenciamento e manutenção dos sites trabalhar de forma proativa antes que eles se tornem um problema que afete a experiência do usuário.

E aí, gostou de aprender um pouco mais sobre os erros de TI que influenciam no desempenho dos sites? Então compartilhe já esse conhecimento com seus amigos em suas redes sociais!

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