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Software original x software não licenciado: qual vale mais a pena?

Software original x software não licenciado: qual vale mais a pena?

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Quem lida diariamente com tecnologia sempre se pergunta: afinal, software original ou não licenciado? Será que vale a pena optar pela alternativa “barata” e que seja capaz de entregar os recursos e funcionalidades necessárias para as demandas da sua companhia?

Pode até parecer que sim à primeira vista, porém, você provavelmente já sabe que há uma série de riscos associados ao uso de sistemas piratas. Apesar disso, boa parte das organizações nem mesmo os considera.

Prova disso é o fato de que cada 10 programas adquiridos em território nacional, 5 são obtidos de forma ilegal. É isso que diz a BSA, uma associação de empresas de porte mundial que investe bilhões de dólares todos os anos no desenvolvimento de soluções de tecnologia computacional, envolvendo os mais variados tipos de licença de software.

Diante de números tão preocupantes, o combate à pirataria soma investimentos também bilionários. Nesse contexto, a principal ferramenta utilizada pelas corporações para combater o problema é internet. Dito isso, apresentaremos a seguir um panorama sobre as características funcionais que diferem um software original e um não licenciado. Não perca a leitura. Aproveite!

O que é um software pirata?

Não é preciso explicar o que é um software original, até porque, você, como poucos, sabe que ao mencioná-lo nós estamos nos referindo a uma solução 100% integral e totalmente legalizada perante ao desenvolvedor.

Por isso, a maior parte deste artigo discorrerá a respeito dos sistemas não licenciados. Por quê? Porque essa é melhor maneira de entender as diferenças funcionais de cada grupo.

Assim, começaremos com a ideia do que é um software pirata. Para tal, é preciso compreender, antes de mais nada, que a pirataria aparece de diversas formas, não se tratando somente daquele CD de instalação de procedência duvidosa encontrado em lojas suspeitas (físicas ou virtuais) e de baixa qualidade.

Nesse sentido, a duplicação de um usuário licenciado para outro não licenciado também é pirataria. Na prática, isso significa que não é permitido legalmente fazer cópias de um software original (com licenciamento individual) para uma terceira pessoa, mesmo que gratuitamente — se estiver vendendo, pior ainda.

Tenha em mente que ao fazer isso, você cometeria um crime, passível de multas e complicações com a justiça. O manual de um software original normalmente prevê uma quantidade de usuários permitidos para uma determinada rede local, constituindo uma violação de Direito Autoral o não cumprimento dessa regra.

Cabe salientar, ainda, que toda a obra é uma propriedade intelectual da organização que a criou. Portanto, copiar imagens internas, fontes e outros “pedaços” também é proibido por lei.

Quais são os riscos de sua utilização?

Seja por negligência ou desconhecimento, muitas empresas deixam de comprar as licenças necessárias para a operação de alguns softwares. Ao fazer isso, elas são colocadas em risco em várias formas diferentes, como:

  • falta de segurança;
  • perda de funcionalidades;
  • ausência de suporte técnico;
  • penalidades Legais.

Falta de segurança

Você já se fez a pergunta sobre o que motiva os hacker a gastar horas e mais horas de “trabalho” para quebrar os protocolos de um software original e disponibilizá-lo no mercado gratuitamente?

Independentemente, a observação é simples: o retorno financeiro dessa atividade criminosa vem com a inserção de códigos maliciosos e diversos tipos vírus dentro do próprio programa.

Uma vez que os softwares não licenciados são vulneráveis, o roubo de dados se torna uma tarefa não muito difícil para quem sabe como proceder. Documentos sigilosos e senhas, enfim, ao usar um sistema pirata, você proporciona um parque de diversões para os cibercriminosos.

Perda de funcionalidades

Para otimizar ou corrigir as possíveis instabilidades do software original, os desenvolvedores os atualizam constantemente com novos recursos e funcionalidades. Isso não acontece com as cópias piratas, que ficam “estacionadas” sem receberem nenhuma atenção.

É bastante normal ver empresas utilizando um sistema não licenciado com os parâmetros, digamos, da versão genuína de 2010. Pense agora no quão defasado ele pode estar.

Ao não receber atualizações, falhas e instabilidades serão normais: parte disso é relacionado à falta de compatibilidade com as aplicações mais atuais, por exemplo.

Penalidades Legais

Como a maioria dos trabalhos criativos que envolve anos de investimento e desenvolvimento, um software original é protegido pelas leis do Direito Autoral. Durante o processo de criação, ele combina ideias de escritores, designers e programadores.

A licença é o que estabelece os termos de uso de qualquer programa, o documento legal. Em caso de violações, (cópias, distribuições e instalações proibidas), a empresa está infringindo a lei. Simples assim.

Em vista disso, penalidades Legais podem ser aplicadas a ela. Tudo vai depender do grau de violação, contudo, é importante que você saiba que a multa pelo uso ilegal pode chegar até três mil vezes o valor da licença original.

No que corresponde ao aspecto judicial, uma pena de detenção que vai de 6 meses a 4 anos pode ser aplicada também.

Então, qual tipo de software é o melhor?

É evidente que um software original é melhor do que um não licenciado. Não há o que discutir quanto a isso. No entanto, embora essa seja uma conclusão um tanto quanto óbvia, não é o que percebemos na aplicação prática da coisa.

Como dito no início, 5 em cada 10 programas são falsificados. O motivo, além da negligência e falta de conhecimento dos usuários, é a busca pelas vantagens financeiras.

A pergunta que fica é a seguinte: financeiramente, vale a pena optar por um software pirata? Não, não vale. Apesar do custo-benefício que aparentemente é oferecido, basta lembrar das penalidades Legais e dos problemas ligados à falta de segurança para concluir que os riscos não compensam.

Pode até ser que ocorra uma pequena compensação no “minúsculo prazo”, mas nada que faça a ilegalidade valer a pena.

Por fim, é preciso desmistificar a ideia de que os desenvolvedores não sabem ou não são capazes de “pegar” o infrator. Se você se aprofundar no assunto, perceberá que o número de empresas penalizadas cresce ano após ano: as grandes corporações não odeiam perder.

Para saber mais, portanto, veja e entenda por que as licenças de software são tão importantes para o seu negócio!

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