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Saiba tudo sobre a latência do servidor e como ela pode ser medida

Saiba tudo sobre a latência do servidor e como ela pode ser medida

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A comunicação digital está cada vez mais globalizada, o que tem facilitado muito os processos de internacionalização das empresas. Hoje não é difícil um empreendimento brasileiro se comunicar com clientes ou parceiros que estão nos Estados Unidos, no Japão, na China, nos países da Europa ou em qualquer local do mundo.

No entanto, se você se comunica com pessoas de outros países, é bem provável que já tenha percebido que o tempo de resposta que tem ao enviar mensagens para quem está fora do país é maior do que as trocas em território nacional. Isso acontece por conta de um fenômeno que chamamos de latência do servidor.

É por conta disso que convém às empresas escolherem bons planos de hospedagem, para facilitar a sua comunicação também no âmbito internacional. Porém, se você não compreende muito sobre esse assunto, não se preocupe. A seguir, vamos esclarecer os principais questionamentos sobre ele. Acompanhe!

O que é a latência do servidor e como ela afeta a navegação?

Podemos definir a latência do servidor como o tempo que um bit ou pacote de dados demora para ser levado de um dispositivo até o seu destino. Nesse caso, o período para que uma mensagem enviada por e-mail chegue na caixa de entrada do destinatário, por exemplo, pode ser considerado como latência.

Para que você compreenda melhor faremos uma analogia simples. Pense que você tem uma caixa d’água que leva água para uma torneira em sua casa e para que isso aconteça é preciso uma tubulação.

Quanto mais longe a caixa estiver da torneira, maior deverá ser a tubulação e mais tempo levará para que a água chegue ao destino desejado. Logo, se quisermos conhecer a latência da água, deveríamos calcular a velocidade com que ela se desloca e o tamanho do tubo.

O mesmo ocorre na área da informática, pois a conexão tem uma latência, ou seja, um período para que uma mensagem saia do seu local e chegue até o destino. Nessa situação, limita-se à latência pela velocidade da luz, que é sempre de 299.792.458 m/s.

Agora, imagine que você encontrou um plano de hospedagem para brasileiros na Alemanha, por um valor bem acessível. Nesse caso, apesar de economizar, poderá ter prejuízos por conta da latência do servidor.

Os dados do seu site estarão na Alemanha e demorarão para chegar no Brasil, o que pode gerar lentidão, algo que é inadmissível para e-commerces e portais de notícias, por exemplo. Essa demora acontece porque funciona como a questão da água, em que a tubulação que liga a caixa d’água à torneira é muito longa.

Quais são os componentes envolvidos na latência do servidor?

Existem alguns componentes envolvidos na latência do servidor que podem interferir ainda mais nesse processo. Veja quais são os principais deles!

DNS

servidor de DNS converte uma sequência numérica no nome do site. Dessa forma, em vez de precisar digitar “123.598.456.88” para acessar um site, você pode digitar www.sitedaminhaempresa.com.br, por exemplo.

Porém, quando o site e o DNS estão em servidores diferentes, há uma demora para que eles se interliguem e, por conta disso, a latência do servidor pode aumentar, gerando incômodos para o usuário.

Provedor de internet

provedor de internet escolhido para a sua empresa também pode interferir na questão da latência de acesso. Por exemplo, se a velocidade de conexão da banda larga é muito baixa, haverá uma latência pequena.

Em casos como esse, talvez a melhor solução seja trocar o fornecedor de internet, contratando um pacote de dados maior, para facilitar o acesso.

Criptografia

Apesar de ser uma garantia de segurança para a empresa e os usuários de seu site, a criptografia coloca uma camada a mais no site. Assim, ao transformar HTTP em HTTPs, por exemplo, a página fica mais pesada e pode ter um período de latência do servidor maior.

Para evitar que isso aconteça, deve-se investir em um servidor de qualidade e que garanta o correto carregamento das páginas.

Quais são os comandos de monitoramento da latência do servidor?

Existem algumas ferramentas gratuitas para que você monitore a latência do servidor. Uma delas é o Pingdom, que demonstra o tempo médio de resposta de um site para regiões como a Suécia, a Austrália e os Estados Unidos.

Nesse modo, você também poderá acessar as informações de transferência de dados do seu site em algumas cidades brasileiras, como o Rio de Janeiro e São Paulo.

Como testar a latência?

Já sabemos o que é latência e como ela pode interferir no desempenho de uma conexão, mas, como podemos testar essa latência? Existem algumas ferramentas que permitem essa aferição, sendo que a mais utilizada é o ping, que é disponibilizada na maioria dos sistemas operacionais por padrão.

Ping

Para utilizar o ping, basta abrir uma janela do prompt de comando ou terminal de seu computador e digitar o comando ping com o endereço do servidor. Pronto, você receberá o tempo de resposta, que é correspondente à latência.

O ping serve para o usuário verificar o tempo de resposta de uma requisição a um determinado servidor. Esse tempo também é conhecido como Round-trip delay time (RTD), Round-trip time (RTT) ou apenas ping.

Para saber o tempo total de uma requisição, devemos saber o tempo que a solicitação leva, desde que sai do computador do usuário, vai até o servidor e depois volta para o cliente.

Uptime Robot

Uptime Robot é um serviço online que tem como objetivo fazer o monitoramento da disponibilidade das aplicações e sites. O serviço traz funções avançadas de monitoramento para vários casos de uso. Com ela, é possível configurar a ferramenta e utilizar o ping ou fazer requisições HTTP de forma automática para um determinado endereço.

A plataforma pode ser utilizada de forma gratuita, mas com limitação de intervalo para as requisições automáticas, que deverão ser feitas a cada 5 minutos. No plano pago, o usuário pode acompanhar o desempenho do servidor com o intervalo de 1 minuto nas requisições.

GTMetrix

Outra ferramenta interessante é a GTMetrix, que não avalia a latência propriamente dita, mas, sim, a performance do site. Assim, você pode ter um parâmetro sobre como o site se desenvolve como um todo, incluindo o tempo de resposta para os comandos.

Com ele, o usuário insere o endereço do site e recebe os dados referentes ao carregamento da página e do servidor em que ela está hospedada.

Além do diagnóstico da página escolhida, o GTMetrix oferece sugestões para otimizar o desempenho do site. Dentre as sugestões de otimização estão as melhorias na configuração no servidor até melhorias no código do site.

MapLatency

Esse é um dos recursos mais completos para quem deseja fazer um monitoramento do tempo de resposta de um site na internet.

MapLatency é uma ferramenta que permite a visualização de um mapa e latência de múltiplos servidores localizados em diferentes países. Além de ser uma excelente ferramenta para testar latência, ela permite a verificação do desempenho do servidor, respostas do DNS e ping.

Além disso, é possível determinar a frequência dos testes, do tipo de requisição, a rede e o país. Para ter acesso a todos os recursos, o usuário deverá adquirir a versão paga.

Google PageSpeed Insights

O Google também disponibiliza sua ferramenta para medir o desempenho de sites, fazendo o acesso do navegador e mobile. A função de teste de latência é um dos recursos incluídos nessa excelente ferramenta de teste.

PageSpeed Insights tem um critério para classificar os sites, dando um nota para cada um após os testes. Para um site ser considerado ágil, a pontuação deverá ficar entre 90 e 100. O PageSpeed, assim como o GTMetrix, entrega sugestões para a melhoria do desempenho.

Ferramentas dos navegadores

A maioria dos navegadores modernos trazem ferramentas que permitem a execução de problemas de desempenho nas páginas, incluindo a latência. Os dois navegadores mais populares, Mozilla Firefox e Google Chrome, trazem o mesmo caminho para acessar essa ferramenta. Basta o usuário acessar a aba de Network, ou rede, presente nas ferramentas do desenvolvedor.

Para uma visualização mais intuitiva, o usuário pode utilizar a função Waterfall, que faz a exibição em formato de cascata com o tempo de carregamento de cada arquivo da página. A partir dessa análise, é possível ver quais arquivos estão causando lentidão no carregamento.

Como reduzir a latência?

Já sabemos que a latência pode prejudicar consideravelmente o desempenho de seu site. Vamos entender agora o que um bom provedor precisa fazer para reduzir a latência e entregar uma melhor conexão com o servidor para os seus clientes.

Conhecer os pontos principais relacionados ao aumento ou redução de latência é a melhor forma como um cliente pode exigir um melhor serviço. Para que você possa acertar na escolha do seu servidor de hospedagem, veja abaixo o que deve ser feito para reduzir a latência do servidor.

Mudar o servidor de local

Como vimos mais acima, um dos fatores preponderantes para o aumento da latência é a distância entre o servidor e o ponto físico em que é feita a requisição.

Por exemplo, já sabemos que para descobrir a latência temos que verificar o ping. Para que você possa ter uma referência, o tempo de resposta nas requisições feitas para servidores brasileiros fica entre 30 ms e 60 ms. Quando essa requisição é feita para um servidor nos EUA, esse valor pode passar dos 200 ms em algumas situações.

Para amenizar essa diferença, cabe aos provedores investirem em soluções que aproximem o usuário do servidor no qual a requisição será feita. Uma das principais soluções é a utilização da CDN e é sobre ela que falaremos no próximo tópico.

Usar uma CDN — Content Delivery Network

Uma das alternativas que os provedores têm para reduzir a latência dos seus usuários é utilizando as CDNs. Nesse cenário, o conteúdo é espalhado em diferentes locais do planeta para entregar sempre o conteúdo mais próximo geograficamente do usuário que fez a requisição.

Com a CDN, ao acessar um servidor de uma empresa com sede no Brasil, em um computador no Japão, em vez da requisição atravessar o mundo até o servidor brasileiro, ela vai até uma CDN próxima que tenha a cópia dos arquivos que formam a página ou aplicação.

Utilizar outros servidores DNS

Se a intenção é a redução de latência no acesso a algum site ou aplicação web, a utilização de outro servidor DNS pode ajudar a amenizar o problema. Algumas empresas disponibilizam servidores DNS públicos que podem otimizar nesse caso.

Gigantes da tecnologia, como o Google, Cisco e Cloudflare disponibilizam os seus servidores DNS que, em alguns casos, podem oferecer um melhor desempenho.

Como a hospedagem está relacionada com a latência do servidor?

A questão da hospedagem está diretamente relacionada com a latência do servidor, pois ela funciona exatamente como o exemplo da torneira que apresentamos. Ou seja, você precisa ter uma hospedagem de qualidade para que o caminho que os comandos que os usuários do seu site dão não fiquem muito demorados, causando problemas de navegação e usabilidade.

Se você criar um site de jogos online, por exemplo, deverá oferecer para os seus usuários requisições que entreguem respostas em tempo real, independentemente do local em que elas estão. Por isso, a escolha o servidor e hospedagem é tão determinante, pois a empresa deverá entregar um serviço que aproxime o requisitante do servidor.

ValueHost Hospedagem oferece aos seus clientes uma hospedagem de sites completa e nacional, com planos ilimitados. Ela é imprescindível para as empresas que desejam ter bons sites, oferecendo uma excelente navegação para os seus usuários. Tudo isso por um valor justo e localizado em território nacional.

Por isso, se você quer evitar problemas como a latência do servidor, encontre uma hospedagem como a nossa, que pode oferecer muito mais qualidade para a sua empresa.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido o que é latência e a importância que ela tem para o desempenho de seu site. Lembre-se que, com cada vez mais pessoas conectadas, é bem provável que usuários do mundo todo acessem seu site ou aplicativo web, e cabe a você entregar a melhor experiência para eles, escolhendo o melhor provedor de hospedagem.

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